Tema 07 - Hardware e Sistemas Distribuídos
- Sistemas Numéricos
- Componentes Básicos de um Computador
- Sistemas Embarcados: Urna Eletrônica, Impressoras
3D, Drones (ou VANT), Computação de Vestir (Óculos,
Relógios Inteligentes, etc.)
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| Fonte: www.picjumbo.com |
ULA – Funciona como uma calculadora, capaz de fazer milhares de cálculos por segundo, com habilidades de somar, subtrair, verificar se um número é maior ou menor que outro, se ele é positivo ou negativo.
A placa-mãe tem como objetivo ligar os diversos componentes de um computador. Ela é responsável pela alimentação energética e pela inicialização e comunicação de um componente com outro. Possui a BIOS, que é uma memória dentro da placa na qual fica armazenado um software responsável por controlar o fluxo de dados dos dispositivos e como eles vão ser iniciados. A BIOS ainda faz uma varredura nos componentes durante a inicialização, à procura de eventuais erros.
Quando falamos de memória, estamos falando de qualquer tipo de componente que guarde informações, temporariamente ou permanentemente. Mas há um tipo específico de memória, a Random Access Memory, ou “Memória de Acesso Aleatório”, de caráter volátil – isto é, os dados se perdem após o desligamento da máquina. Aliás, essa última característica descrita é o que a diferencia do Hard Disk, além de se tratar de uma memória muito mais rápida.
Todo esse processo costumava ficar a encargo do processador, que tinha que lidar com os cálculos
Google Glass: um óculos desenvolvido pela Google
com um sistema Android modificado que permite ao usuário interações com
diversos conteúdos em uma “realidade aumentada”, como fazer videoconferências e
tirar fotos mediante comandos de voz.
Pela definição de Chueiri (2012), fica claro o
porquê de um sistema embarcado ser diferente de um sistema de uso mais
abrangente, como o computador pessoal. Um sistema embarcado é construído para
determinado afim, pré-definido, isto é, ele não ultrapassa aquilo pelo qual foi
desenvolvido. Dois elementos podem ser destacados aqui: possuir uma restrição
não significa inexistir a possibilidade de um aperfeiçoamento, e ser restrito
também não significa ser mais simples de elaboração; muito pelo contrário. Como
Barros e Cavalcante (2013) apontam, “ [...] o projeto de tais sistemas
tornou-se bem mais complexo, principalmente por envolver uma série de
componentes distintos e de natureza heterogênea. O projeto de uma mesma
aplicação pode incluir, por exemplo, transistores e instruções de máquina de um
processador. ” Em geral, essa complexidade surge das necessidades que as
pessoas e empresas buscam soluções no mercado de sistemas embarcados, como
“[...] custo e tempo de desenvolvimento, bem como o desempenho do produto
final. ” (BARROS & CAVALCANTE, 2013, p. 2). Chueiri (2012) reforça essa
complexidade ao defender a dificuldade no desenvolvimento de um software
embarcado: “[...] não é uma tarefa fácil, pois se deve ter um cuidado muito
grande no desenvolvimento do projeto em relação às demandas de desempenho,
espaço e potência consumida. ”
Em
síntese, a grande complexidade na construção dos sistemas embarcados está em
características tanto físicas como da lógica do mercado. Vamos usar um exemplo
que possa ilustrar essa afirmação: se você é um audiófilo e usa um iPod, você quer que a bateria dele seja capaz de
reproduzir suas músicas em um intervalo de tempo suficientemente grande sem a
necessidade de conectá-lo novamente ao carregador, e que ele seja pequeno e
“confortável”. Por outro lado, a competividade no mercado dos players de música
exige uma redução drástica no tempo de desenvolvimento e isso gera uma pressão,
“[...] que também se deve ao anseio do consumidor por novidades, incentivado, é
claro, pelas próprias indústrias”. A lógica do mercado, portanto, traz uma
grande consequência: a redução do ciclo de vida dos produtos. “Hoje, novos
modelos de aparelho celular são lançados no mercado a cada mês, forçando a
retirada de modelos mais antigos das prateleiras das lojas. ” (RAMIREZ & ZEFERINO).“Existem 10 tipos de pessoas: as que entendem números binários e as que não entendem.”
Até
aí, contar significava relacionar objetos. Com o surgimento da escrita, em
meados de 4.000 a.C., os agrupamentos humanos cresceram e, por elementos em
comum desses grupos, definidos em características socioculturais e geográficas,
formaram-se as conhecidas “civilizações antigas”. A contagem passou a exercer
um papel mais complexo, o que levou a uma necessidade de sistematizar esse
processo. O papel da linguagem escrita, nesse plano, foi fator fundamental na
transição da contagem comparativa unitária para uma contagem mais “abstrata”,
feita com “marcas” e padrões. Essa “nova” contagem, portanto, é um sistema mais
organizado de quantificação, um “sistema de signos” que relaciona algo real a
uma marca escrita. Essa relação é que define o início da construção do conceito
de número e, consequentemente, um “sistema de numeração”. Conceituando:
- Sistemas Numéricos
- Componentes Básicos de um Computador
- Sistemas Embarcados: Urna Eletrônica, Impressoras
3D, Drones (ou VANT), Computação de Vestir (Óculos,
Relógios Inteligentes, etc.)